É tão bom descobrir que você pode mais do que imagina.
No meu caso descobri no momento em que mais me senti parte do mundo, incluida no organismo que é o nosso universo.
Descobri que na verdade, é pra isso que estamos todos aqui. Pra ser feliz.
Contemplando a simplicidade de fazer o certo.
(O certo pra você e as medidas de curto medio e longo prazo, mas sempre gratificantes e enriquecedor em termos de experiencia de alma. A simplicidade eu digo como nós sabemos o que devemos saber, mas por desculpas esfarrapadas e complexas, nos privamos de nos escutar)
Quando eu me sinto assim, eu geralemente choro muito... Parece que o meu sorriso é uma semente de amor, que precisa de ser regado a lagrimas pra que ele crescer, e se tornar uma arvore de felicidade em constante crescimento. Como é bom chorar de felicidade!
Quero dividir minha alegria com todo mundo, sabe?
Pra ser a prova viva que é possível ser feliz o tempo todo! Apesar do que tentam nos falar todos os dias que não.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Redimindo-me!
Esse Blog já foi mais ativo tanto da minha parte quanto da parte de quem vem visitar-lo.
Pensando nisso, relembrei a proposta deste blog.
Eu tenho a mania de escrever desde pequenininha, pra desabafar, pra esclarecer sentimentos e idéias, mas nada nunca foi com disciplina e obrigação. Acho que até por isso que eu amo escrever.
Eu postava muitos textos no começo pois tinha alguns textos guardados, agora, não tenho mais! Então tenho que esperar uma inspiração divina bater na cabeça.
Não é que eu não tenho refletido sobre várias coisas, pois eu tenho sim. Mas acho que tenho absorvido essas idéais mais rápido, ou sei lá, to com preguiça mesmo!
Mas um fato definitivo que me faz escrever é quando eu chego a uma grande conclusão pessoal, vide a qualidade dos primeiros textos, e as bobeiras dos ultimos que eu postei só postar. É um processo muito interno, e esse blog é muito pessoal. O que eu acho legal nele é que as vezes aparece um perdido que está na mesma "vibe" que eu, ou já passou pela mesma.
Talvez eu não tenho escrevido muito devido a isso... Devido aos processos que eu ando passando, que estão em curso ainda. Foi engraçado analizar esse ano e ver como minha atitude perante a algumas coisas mudaram sem eu perceber.
Como me surpreendi com algumas reações minhas, e depois elas me tomaram conta formando de mim um novo eu. Ou um eu que eu havia esquecido. Ou um eu que eu não queria ver. Ou um eu que se construiu.
Eu finalmente entendi que eu sou quem sou. Que não preciso tornar-me quem eu sou. Porque até mesmo se eu não quiser tornar-me quem eu sou, essa já sou eu. É uma mistura de mais seguraça e aceitação própria que me esta fazendo muito bem.
Eu finalmente entendi o poder de "torna-te quem tu és" em fazer com que eu queira ser o meu melhor, desde que seja de verdade (mas é sempre de verdade hehe). E dentro disso, minha mais nova reflexão tem sido em analizar o pecado que é não exercer a vida sendo o melhor que você pode ser.
Fui assistir a Alma Imoral denovo. E na peça a atriz fala de uma fábula, o Rabino David (não era esse o nome, mais finge que é) diz que seu maior medo é chegar no céu e lhe acusarem de seu maior pecado foi não ter sido o melhor Rabido David que ele poderia ter sido. Realmente é um pecado contra o milagre da vida não sermos o nosso melhor e sentirmos e nosso melhor para justificar e honrar a vida.
Tudo isso pra dizer que processos que a gente passa, exigem que a gente reflita, compare, julgue, para assim aprender e dai sim eu ter uma idéia boa pra colocar aqui no blog. Você que parou aqui sem querer, ou até mesmo porque me conhece, saiba que esse blog não é constante. Mas de vez em quando... Ele é a minha mais pura verdade atual.
Beijosmemandaume-mail!
Carol
Pensando nisso, relembrei a proposta deste blog.
Eu tenho a mania de escrever desde pequenininha, pra desabafar, pra esclarecer sentimentos e idéias, mas nada nunca foi com disciplina e obrigação. Acho que até por isso que eu amo escrever.
Eu postava muitos textos no começo pois tinha alguns textos guardados, agora, não tenho mais! Então tenho que esperar uma inspiração divina bater na cabeça.
Não é que eu não tenho refletido sobre várias coisas, pois eu tenho sim. Mas acho que tenho absorvido essas idéais mais rápido, ou sei lá, to com preguiça mesmo!
Mas um fato definitivo que me faz escrever é quando eu chego a uma grande conclusão pessoal, vide a qualidade dos primeiros textos, e as bobeiras dos ultimos que eu postei só postar. É um processo muito interno, e esse blog é muito pessoal. O que eu acho legal nele é que as vezes aparece um perdido que está na mesma "vibe" que eu, ou já passou pela mesma.
Talvez eu não tenho escrevido muito devido a isso... Devido aos processos que eu ando passando, que estão em curso ainda. Foi engraçado analizar esse ano e ver como minha atitude perante a algumas coisas mudaram sem eu perceber.
Como me surpreendi com algumas reações minhas, e depois elas me tomaram conta formando de mim um novo eu. Ou um eu que eu havia esquecido. Ou um eu que eu não queria ver. Ou um eu que se construiu.
Eu finalmente entendi que eu sou quem sou. Que não preciso tornar-me quem eu sou. Porque até mesmo se eu não quiser tornar-me quem eu sou, essa já sou eu. É uma mistura de mais seguraça e aceitação própria que me esta fazendo muito bem.
Eu finalmente entendi o poder de "torna-te quem tu és" em fazer com que eu queira ser o meu melhor, desde que seja de verdade (mas é sempre de verdade hehe). E dentro disso, minha mais nova reflexão tem sido em analizar o pecado que é não exercer a vida sendo o melhor que você pode ser.
Fui assistir a Alma Imoral denovo. E na peça a atriz fala de uma fábula, o Rabino David (não era esse o nome, mais finge que é) diz que seu maior medo é chegar no céu e lhe acusarem de seu maior pecado foi não ter sido o melhor Rabido David que ele poderia ter sido. Realmente é um pecado contra o milagre da vida não sermos o nosso melhor e sentirmos e nosso melhor para justificar e honrar a vida.
Tudo isso pra dizer que processos que a gente passa, exigem que a gente reflita, compare, julgue, para assim aprender e dai sim eu ter uma idéia boa pra colocar aqui no blog. Você que parou aqui sem querer, ou até mesmo porque me conhece, saiba que esse blog não é constante. Mas de vez em quando... Ele é a minha mais pura verdade atual.
Beijosmemandaume-mail!
Carol
terça-feira, 29 de setembro de 2009
O Segredo - das mulheres...

Jesus! Como é difícil a vida de solteira! Conversando com minhas amigas pode-se encontrar vários tipos já classificados por séries de TV, livros e estereótipos bem conhecidos na cultura atual. Mais afinal era isso que previam as feministas? Tanto bafafá pra que eu chegue aos 25 anos e continue esperando o príncipe de complexo de cinderela? E garanto que minhas amigas também estão nessa luta! Da “Santinha” a “Liberal” todas querem seu príncipe... Estou escrevendo este texto pra dizer que ultimamente ando pensando em antigos costumes. Antigamente não havia um movimento escroto que acontece hoje em dia- o ficar. Você fica com o rapaz, beija o rapaz, faz carinho no rapaz, conversa com o rapaz, pra no dia seguinte ele pensar se vai te ligar ou não. Ou você também pensar se vai ligar ou não. What da Fuck is that? Gente, houve troca de carinhos em vão!!!! Não adianta, ninguém vai me convencer que não significou nada! Isso pra mim não significa curtir a vida. Se a mulher ficou com o rapaz, ela tem esperança que ele vire um potencial namorado. Mesmo que estivesse bêbada, o sonho das mulheres é que o cara ligue no dia seguinte e fale: Você está bem? Bêbada não é desculpa pra ficar com ninguém. Se ficou é porque vê potencial. Antigamente, era dar mãozinha e olhe lá... menos desgaste emocional. O grande segredo das mulheres é que todas vêem os rapazes como potencias namorados/maridos. O grande problema de hoje em dia é que no mundo no ano de 2009 alguns(muitos pro meu gosto) rapazes sabem disso. Como informação é poder, ainda estamos nas mãos dos homens... Tanto movimento feminista pra nada! Ao invés de queremos nos colocar como eles, porque não nos aceitamos que somos diferentes mesmo, e que precisamos deles e eles de nós? Que preguiça de jogos! E falo isso em nome meu e das minhas amigas desde a “Santinha” a “Liberal”. Nós só queremos amar e ser amadas! E aposto que eles também...Dá pra parar com essa Guerra Fria dos sexos? Começar um tratado de não armamento de ambas as partes ? Obrigada!
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
25 anos...
Quando eu tinha 18 anos, imaginava que aos 25 eu seria uma adulta. Com resposabilidade, com mais estabilidade financeira, amorosa, profissional. No dia do meu aniversário esse ano eu não consegui ficar feliz percebendo que tudo que eu planejei não havia se tornado realidade. Passaram aí alguns meses e eu me dei conta de como as coisas mudaram, pra melhor, mas não como eu imaginava. Eu continuo vivendo com meus pais, continuo na universidade, continuo sem pespectivas amorosas, continuo quebrada, ou seja, continuo como aos 18. Mas o que me faz me sentir bem perante essa situação é que tudo que passo hoje em dia, foi escolha minha ou no mínimo consequencia das escolhas do passado, sejam essas erradas ou certas. Demorou pra cair a ficha da lei da ação e reação. Parei de ser espectadora.Esse foi um processo doloroso pra mim, essa tal de consciencia. Mas a ficha caiu, e esse sentimento de construir uma vida planejando e fazendo coisas que me dão prazeres na rotina me faz amar ter 25 anos. Me tornei uma pessoa um pouco mais construtiva e pro-ativa. Então, no geral, to no lucro! rs
terça-feira, 30 de junho de 2009
Quem procura acha! rs

vo postar a letra mais linda do mundo!
to nessa vibe...
Eu procuro um amor
Que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei...
Nos seus olhos quero descobrir
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...
Pode ser que eu a encontre
Numa fila de cinema
Numa esquina
Ou numa mesa de bar...
Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...
Hum! Hum! Huuuum!...
Eu procuro um amor
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...
Pode ser que eu gagueje
Sem saber o que falar
Mas eu disfarço
E não saio sem ela de lá...
Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...
Hum! Hum! Huuuum!...
Hum! Hum! Huuuum!...
Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
Eu procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...
domingo, 17 de maio de 2009
Na dúvida, o duvidoso!

Cheguei de um fim de semana no Rio de Janeiro agora, e me deparei com minha linda sis, que também nesse final de semana viajou. Foi fazer um curso na Anna Sharp. Estávamos cheias de novidades, logo, fomos pro cantinho oficial de terapia aqui de casa, A Varanda! Foi incrível como houve uma sintonia de pensamento minha e dela. Parece que nossas frequencias energeticas estavam vibrando juntas!!! Tudo que ela tinha pra falar pra mim, era igual ao que eu tinha refletido esse final de semana. Conversa vai, conversa vem, chegamos ao tópico mudanças. Sis me falou sobre o processo de mudar, e logo lembrei de um conselho que dei a uma amiga esse final de semana. Construimos esse conceito praticamente juntas. Eu com a idéia principal, ela com os detalhes, tipico da maneira de viver que cada uma adota essencialmente, na minha opinião. Vou contar a história toda pra vocês entenderem.
Uma grande amiga está namorando e comentou comigo que está sofrendo pois não gosta tanto do namorado como ele gosta dela, e assim, estava em dúvida sobre como proceder. Nesse momento eu reparei em um padrão, que pode ser utilizado como ferramenta muito útil. A partir do momento em que ela tem a dúvida de continuar com o namorado ou não, significa que ela já sabe o que fazer. Obviamente terminar! Porque? O fato dela possuir consciência de que pode escolher sofrer e continuar o namoro( uma postura cômoda e também uma fuga dos seus verdadeiros anseios)ou terminar e ser livre (que vêm a ser o duvidoso e novo, a traição da rotina, o inovador), já significa que ela encherga terminar como uma opção. Na verdade ela não só encherga, como já sabe que deve terminar, como também já esta nesse processo. Todo momento em que nos deparamos com uma dúvida entre continuar em nossas rotinas, zonas de conforto e verdades, contra o inovador, o incerto, oculto e fora do padrão, nos deparamos entre a inércia de viver contra o crescer.
Agora vamos enfatizar o poder da dúvida: Os grandes gênios da humanidade, sempre escolheram o duvidoso, e assim quebraram paradigmas, cresceram. O questionamento,a traição da tradição que constroem o mundo que da certo. É o mundo que segue as alternativas mais difíceis, mas é o mundo da verdade, do conhecimento. É o mundo que sai da caverna de Platão. Na dúvida, sua escolha de quebrar o padrão já está feita, aí que entra outro fator chave: A Coragem. Com ela, somos nós mesmos, pessoas vivas. A aceitação de uma opção fora do comum já demonstra o desejo, que todos nós temos. O que nos diferencia, é a coragem de seguir com nossas escolhas verdadeiras, escolhas do coração.
Vamos pra outro exemplo, de outra amiga minha: Ela estava trabalhando em uma empresa, quando foi chamada para se tornar sócia. Pra alguns, isso seria um sonho, mas Deus sabe lá porque, ela teve DÚVIDA! Tirou uma semana e foi viajar pra praia, chegando lá entrou num processo de auto-análise profundo, decidiu não virar sócia, pois só a dúvida já era sinal de que isso não a faria feliz. Minha amiga virou cantora! Seu sonho desde pequena. Corajosa.
Agora vou dar outro exemplo, comigo mesma. Passei anos tentando ser quem eu achava que deveria ser fazendo faculdade de Relações Internacionais, por motivos externos e não internos. Depois de muita frustração, resolvi largar a faculdade, o que já exigiu muita coragem minha. Foi quando minha verdade me libertou, resolvi estudar Moda e nunca fui tão feliz academicamente falando. Tinha medo de ser considerada fútil, de me julgarem, mas tirei coragem não sei da onde, e resolvi ser eu mesma. Esses dois exemplos mostram que as pessoas não mudam por medo, colocado pelo sistema, ou por nós mesmos(também conhecido como auto-sabotagem).
Que bom seria se todos nós nos permitissemos "enlouquecer", quebrar nossos padrões, escolher o duvidoso. Certamente errariamos mais, porém seríamos mais coerentes e capazes de ser feliz, porque conheceriamos mais formas de existir, com todo nosso potencial.
Nós já sabemos o que devemos fazer.
Carol, com a essencial participação de sua querida Sis!
terça-feira, 5 de maio de 2009
Some one to watch over me...

Ah o amor...
Sou uma romântica assumida.
Mas to pra te falar que é um saco ser romântica sem estar apaixonada.
Parece que o tempo todo estou esperando algo de inétido acontecer, e aí assim, serei feliz.
Culpa da Disney. Se um dia eu me tornar mãe de meninas (por favor por favor) eu vou dar a elas um dom. NADA DE FILME DA DISNEY! O dom de não ser romantica! seria tudo tão mais fácil...
Desde que me lembro por gente eu amo amar... O problema em ser assim é que o tempo vai passando, nenhum encontro de dar friozinho na barriga... e dai eu começo a apelar! Começo a sonhar com meninos que eu não sinto nada, apenas pra brincar de se apaixonar. Essa brincadeira é muito perigosa...
Eu nem conheço direito o rapaz. Mas cismo. Afinal, doido não se apaixona... Cisma!
Eu não to nem pedindo um principe encantado mais em minhas preces. To pedindo alguem que eu me apaixone. Pode ser um zé mané... mas se ele me fizer sentir que poderia fazer ele feliz, e vice versa...
To aceitando até final trágico, mas como eu queria sentir amor...
Músicas tema do momento:
ella fitzgerald - some one to watch over me
to brega hoje einh?
segunda-feira, 30 de março de 2009
Medo de Mudar
Se a verdade te liberta, parabéns!
Pois a minha me aprisiona no medo.
Medo de assumir, de pensar, até de chorar.
Minha verdade é muito feia
Eu sou má!
Não estou liberta, e sim presa na culpa
No comodismo de não mudar.
E o fato desta consciência inadequada...
Sou obrigada a processar?
Sou obrigada a acatar?
Sou obrigada a melhorar?
Mas como, se eu sou Má?
No simples refúgio do poder o Poder
Vou me punir, pra compensar.
Anna Sharp, olha onde eu fui parar!!!!
Pois a minha me aprisiona no medo.
Medo de assumir, de pensar, até de chorar.
Minha verdade é muito feia
Eu sou má!
Não estou liberta, e sim presa na culpa
No comodismo de não mudar.
E o fato desta consciência inadequada...
Sou obrigada a processar?
Sou obrigada a acatar?
Sou obrigada a melhorar?
Mas como, se eu sou Má?
No simples refúgio do poder o Poder
Vou me punir, pra compensar.
Anna Sharp, olha onde eu fui parar!!!!
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Variações
Foto da Casa Pueblo em Punta del Este
Vo contar pra vocês como foi meu final de ano.
Finalmente tomei coragem e fiz minha tatuagem que eu planejava a tanto tempo. Escrevi no meu pé esquerdo "Become what thou art". Eu ja tinha uma tatuagem que fiz com 18 anos, naquela época me prometi que não faria mais nenhuma. Mas a medida que o tempo foi passando, eu sentia cada vez mais a necessidade de colocar o lembrete de Torna-te quem tu és em mim. Na hora de fazer a nova tatuagem eu lembrei porque não tinha feito mais nenhuma...Dói! Mais ficou linda e tem realemente me ajudado no processo filosofico/psicologico de seguir meu Eu e todas as variações dele.
Aí que então eu fui assistir a peça de Nilton Bonder... A alma imoral.
Chorei as pitangas! Parecia que só havia eu na platéia. Parecia que foi feita pra mim. Minha nova tatuagem estava latejando de felicidade! O momento no qual eu assiti essa peça foi estranhamente perfeito. O ano de 2008 foi o ano que eu encontrei em mim uma espiritualidade muito grande, tive expericencias de fé muito bonitas. Adicionado a isso, foi o ano que eu mais me senti eu mesma depois da minha depressão e outras coisas da vida que eu sinto de que desviaram meu curso. A sensação de se sentir você mesma é muito boa, tive bons momentos em que eu me dava conta que fiz e senti plenitude, obviamente não foi todo o tempo, porque ai não tem graça. A peça fechou o ano com chave de ouro. Eu chorei muito porque ela é representada com passagens bíblicas que se desenvolvem em pensamentos filosoficos e dizia muito sobre ser fiel a si mesmo. Obviamente agora eu estou lendo o livro, vou de vez em quando escrever uma frase aqui que tenha causado impacto em mim na minha leitura... a primeira é:
A maior solidão,é a ausência de si mesmo.
pronto.
Bom ano pra todo mundo.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Filosofia

Decidi escrever um pouco sobre filosofia. A palavra filosofia e o conceito impregnado em nossas cabeças sobre essa matéria de amar o conhecimento.
Vamos começar pelo conceito leigo e o que a filosofia está relacionada.
Quem estuda ou estudou filosofia sempre foi relacionado ao conceito de cultura, experiência e credibilidade. Filosofia por si só traz uma sensação boa de autoconhecimento. Filósofos, geralmente pessoas que se perguntam muitos porquês, esses que complicam mais ainda, expõem soluções complexas de como encarar a vida e verdades a serem assumidas. Pra quem gosta de ler o que eles escrevem, nunca se pode concordar com tudo o que dizem, afinal, cada experiência de vida é individual.
Agora vou descascar a banana no conceito que achei no dicionário de filosofia.
“Ciência geral dos princípios e das causas; investigação dos princípios essenciais (o que é essencial?) que supõem uma ciência em particular; força moral (contradição) e elevação de espírito com que o homem se coloca acima dos preconceitos; amor ao saber”
Como me dói ler isso! Pra argumentar melhor, vou colocar o que o dicionário me informou sobre outra palavrinha que aparece muito no conceito de filosofia. O conceito em si;
“Tudo o que o espírito (quem é esse tal de espírito? ) concebe e entende;
Entendimento, idéia, opinião, concepção, síntese, a mente, o juízo, o sentimento sentencioso, moralidade”
Estragaram a filosofia! Partir do pressuposto de que filosofia está relacionada a conceito é um crime na minha opinião. Afinal, esse conceito que está descrito acima é fruto de história e moralidade. Isso limita todo o relativismo das capacidades de interpretações e da construção de um conceito pessoal a ser desenvolvido. Filósofos ajudaram muito nisso, afinal, são pouco que assumem a individualidade de pessoas, situações e suas interações, diferentes realidades e níveis de consciência. Cadê o respeito a vivência? Afinal não é a interação de tudo isso que faz o conhecimento uma experiência infinita? E não é isso que fazem as pessoas normais, no dia a dia se perguntarem muitos porquês? Biologicamente, uns mais, outros menos, todos se perguntam porquês, fomos feitos assim, e assim evoluímos até este ponto. A prepotência e arrogância, a doação de lições de “moral” seguras de si mesmas solucionando todas as disciplinas cegou os filósofos durante os tempos. Não estou negando o bem que eles fizeram a humanidade, e quantos ganhos tivemos com eles, só que ficamos limitados com muitos pressupostos da sociedade. Essa é a introdução pra uma idéia que me pareceu pertinente... O julgar o não - julgar.
Assunto no próximo post!
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Alforria do Tempo!
tudo ao mesmo tempo agora!
rs
se a gente for parar pra pensar em que gostariamos de fazer e juntar com o que temos que fazer mais o que podemos fazer...
mas a gente só valoriza o tempo porque não da tempo.
Se o tempo é relativo, talvez signifique que na nossa capacidade de julgar sua relativização seja que o tempo é realmente pouco. É tão raro ele parar... E quando o tempo pára de vez em quando, é pra sempre que nós lembramos desse milagre dos relógios...
To pensando em parar de querer classificar o tempo, passar a ignora-lo. Quero acreditar que posso viver no limbo do pra sempre no momento de agora.
Afinal, a noção de tempo foi criada por nós mesmos. Então nós criamos quem nos faz escravos?
QUERO ALFORRIA!
É nessas horas que eu penso como é cômodo pensar em reencarnação, isso nos traz conforto. Mas isso é assunto pra depois... hahahaha, agora a pergunta é quando é meu depois? Eu te respondo: Quando eu achar que falar nisso vai ser um pra sempre em mim agora. E essa hora não é agora ainda.
rs
se a gente for parar pra pensar em que gostariamos de fazer e juntar com o que temos que fazer mais o que podemos fazer...
mas a gente só valoriza o tempo porque não da tempo.
Se o tempo é relativo, talvez signifique que na nossa capacidade de julgar sua relativização seja que o tempo é realmente pouco. É tão raro ele parar... E quando o tempo pára de vez em quando, é pra sempre que nós lembramos desse milagre dos relógios...
To pensando em parar de querer classificar o tempo, passar a ignora-lo. Quero acreditar que posso viver no limbo do pra sempre no momento de agora.
Afinal, a noção de tempo foi criada por nós mesmos. Então nós criamos quem nos faz escravos?
QUERO ALFORRIA!
É nessas horas que eu penso como é cômodo pensar em reencarnação, isso nos traz conforto. Mas isso é assunto pra depois... hahahaha, agora a pergunta é quando é meu depois? Eu te respondo: Quando eu achar que falar nisso vai ser um pra sempre em mim agora. E essa hora não é agora ainda.
O corajoso, medroso!
A coragem nasce do medo.
Mas hoje em dia...
(que se busca o perfeito)
(que não é admissível fraquezas)
Corajoso é aquele que se permite ter medo.
(esse sim é forte)
Seja pra se esconder,
Seja pra enfrenta-lo
(pois assim se pode dar ao luxo da decisão)
Coragem não precisa ter razão.
(mas necessáriamente assumir uma posição)
Mas hoje em dia...
(que se busca o perfeito)
(que não é admissível fraquezas)
Corajoso é aquele que se permite ter medo.
(esse sim é forte)
Seja pra se esconder,
Seja pra enfrenta-lo
(pois assim se pode dar ao luxo da decisão)
Coragem não precisa ter razão.
(mas necessáriamente assumir uma posição)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Intérprete meia boca.
A peça que eu prego em mim
É fingir ser coadjuvante
É não ser a protagonista
Do meu próprio espetáculo
No meu próprio teatro.
É fingir ser coadjuvante
É não ser a protagonista
Do meu próprio espetáculo
No meu próprio teatro.
domingo, 24 de agosto de 2008
Relativo




Essas fotos foram tiradas no forum mundial de culturas em Barcelona em 2004...
Gostei muito...
Eu estudo Relações Internacionais e amo o princípio de que tudo é relativo.
Aplicar isso em culturas pode trazer grandes ganhos para o sistema internacional!
E adorei também minha nova definição e mim mesma no blog.
É simples, mas me resume bem por agora.
beijos
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Ta de sacanagem comigo...

Eu tirei essa foto Fernando de Noronha
Sim, eu tirei essa foto! nem eu acredito
Bom, mais um texto... é meio bobo, mas vamos la...
Nunca poderia morar sozinha mesmo! Eu gosto de brincar que eu preciso de um publico para o meu dia a dia. Porque sinceramente, alguém tem que rir comigo das situações que Murphy, Zica e seus derivados aplicam em minha pessoa no cotidiano.
Meu sonho é que “O Segredo” se acontecesse comigo! É eu pensar em uma coisa que acontece ao contrário. Já to até tentando driblar pensando de mentirinha o contrário do que eu quero pra ver se cola... Nada por enquanto pode ser base suficiente para que essa minha ciência de enganar a Zica e o Murphy tenha sucesso. Utilizei esse recurso apenas uma vez na Rodovia dos Imigrantes falando em voz alta, “Nossa, tomara que tenha transito!” e não teve. Quando aplicar mais a teoria eu conto se deu certo.
Bom, outro dia eu tava conversando com Débora, minha amiga de infância querida sobre esses meus encostos. Chegamos a uma conclusão: Todas as pessoas a minha volta são de um reality show (tipo show de Truman sabe?), eu estou quase no final , e agora é o teste de tolerância, pra ganhar um milhão de euros (ou alguma moeda mais forte, porque eu to merecendo!)Mas calma, as piadinhas que o diretor desse reality show prega em mim são muuuuito sem graça! Obviamente o meu reality show passa no SBT pra tanta espiritodeporcagem!To falando do tipo, eu chegando no casamento que fui de penetra e passar um vento e meu vestido voar... To falando do tipo eu gostar de um cara e ele ser gay, ou então ele se casar ( ele morar longe é muito clichê, as piadas do meu show são mas inovadoras, apelantes, de mau gosto), o cara tem namorada e ela é muito gente boa (sou boazinha de mais para ser amante! É mais capaz que eu fique amiga da menina! RS). Ou as vezes pode acontecer todas as opções ao mesmo tempo . Tipo, no restaurante, a mesa do lado pede champagne e a rolha estoura na minha cabeça e eu saboa que isso ia acontecer. Eu posso passar a tarde dando exemplos, mas não quero me expor tanto. Acreditem em mim afinal, tão me sacaneando! As vezes eu penso, calma, não perca a paciência, controle-se que é tudo uma fase. Não é. É a minha vida. O que eu posso fazer? Nada! Alias, eu até faço, eu morro de rir! Tem outras vezes que eu penso em seguir o exemplo de Jesus, ser tolerante e pá. Mas eu sou humana! Eu tenho o direito de surtar de vez em quando né ?Mas tem dia que não da! Conclusão... Eu vou continuar no teste de resistência, porque pode ser que eu não ganhe um milhão no final, mas só de participar deste programa eu já aprendi a rir de mim mesma!
segunda-feira, 21 de julho de 2008
O Interesse e o Bem e o Mal!
Nem acredito que parei pra escrever um texto inédito!
Ele é muito polêmico, mas vamo lá!
Vindo de uma cidade relativamente pequena, eu sempre ouvi falar desse tipo de pessoa, os tais interesseiros...Quando um moço velho casa com uma moça novinha, ela é interesseira.Quando alguém tem muito dinheiro logo todos a sua volta são taxados de interesseiros.
Não vou negar, eu sou uma pessoa privilegiada financeiramente, mas, apesar disso fazer parte de quem eu sou (foi duro aceitar isso), não sou apenas isso.Passei muito tempo em extremos de querer passar a impressão de que tenho menos do que tenho, e depois de que tenho muito, tudo isso devido ao meu interesse de eu querer direcionar a opinião das pessoas sobre mim. Afinal, descobri que isso não é tão importante, e se a pessoa prioriza o meu status bancário EU é que não quero vínculo com ela (vinculo mais profundo, onde eu possa mostrar minhas loucuras, porque vinculo com pessoas assim é necessário para minha teoria la no final do texto). É obvio que em certas situações eu ainda uso de um estereotipo rico/pobre para interagir com pessoas que merecem esse tipo de classificação. Tipo algumas vendedoras de lojas... rs Afinal, esperto é aquele que sabe agir de maneira mais apropriada para cada situação sem se prender a padrões e expectativas! De boba eu não sou nada.
Voltando ao tópico, por que a palavra interesse se tornou tão carregada? Qual o problema na troca de favores? Não é assim que o nosso modelo socioeconômico é baseado? E se ele é assim baseado, por que não utilizar dele para expandir nossas limitações? Calma, já vou explicar...O primeiro exemplo que eu usei como forma de interesse: O velhinho e a mocinha. O velhinho precisa de companhia, de status pra sociedade que ainda da conta de dar umazinha. A mocinha precisa de grana e de status, ponto. Se essa troca não for misturada com má índole(como um destratar o outro), não vejo onde há algo errado! Os dois estão felizes e satisfeitos. A pessoa que tem muito dinheiro só tem amigos interesseiros. Isso só acontece com idiota! Quem se deixa só ter amigos interesseiros, é tão supérfluo quanto os “amigos”. São pessoas que não valorizam a genuinidade de um ato de amor singelo, aglomeradas se chamando de amigos! Até porque para só se ter amigos interesseiros tem que ser muito mala pra ninguém gostar de você pelo que você é. Isso baseado na pura teoria de que você atrai o que você transmite. Se você não é verdadeiro nos seus sentimentos, não serão com você.
Amigos, namorados, família, trabalho, todas nossas relações são interesse. Em alguns setores é mais aceitável, em outros tem o estereotipo “interesse” como uma coisa horrível!
Baseando-se que nós estamos no mundo para sobreviver o melhor possível e tudo que isso implica, nós precisamos um do outro. Para proteção, procriação, alimentação, poder, apatia, e etc. Todas nossas relações são regidas por interesses totalmente primitivos, o que mudou é que estamos mais sofisticados em jogos de interesse chamado de sociedade. O interesse mais admirado do mundo é o tal do amor (outro nome vulgarizado). Dizem que o tal amor não é interesse. Mas o que é amor? O dia que alguém conseguir conceituar essa palavra e todas suas vertentes eu retiro todo esse meu texto e mudo de opinião.
O meu ponto é o seguinte: Interesse, pode ser utilizado para o bem ou o mal. O seu bem ou o seu mal, o mal do próximo ou o bem do próximo, pro futuro ou pro presente, genuíno ou meticulosamente manipulado. Mas, no final é tudo interesse! E como saber se seu interesse está sendo do bem ou do mal? Não tem como! O bem e o mal são relativos, o que é bem pra você pode não ser para mim e ao contrario também. Eu descobri minha teoria de viver com essa MINHA verdade. Me tornando quem eu sou de verdade, sem ignorar a importância da sociedade como principal meio de conquistar meus objetivos, minha consciência fica mais limpa e embasada e assim eu me perdôo. É fácil falar, mas difícil viver assim.
Não sei se vocês entenderam meu ponto aqui, tem muitos conceitos, qualquer dúvida, escrevam. Eu explico frase por frase hahahahah!
Beijos!
Ele é muito polêmico, mas vamo lá!
Vindo de uma cidade relativamente pequena, eu sempre ouvi falar desse tipo de pessoa, os tais interesseiros...Quando um moço velho casa com uma moça novinha, ela é interesseira.Quando alguém tem muito dinheiro logo todos a sua volta são taxados de interesseiros.
Não vou negar, eu sou uma pessoa privilegiada financeiramente, mas, apesar disso fazer parte de quem eu sou (foi duro aceitar isso), não sou apenas isso.Passei muito tempo em extremos de querer passar a impressão de que tenho menos do que tenho, e depois de que tenho muito, tudo isso devido ao meu interesse de eu querer direcionar a opinião das pessoas sobre mim. Afinal, descobri que isso não é tão importante, e se a pessoa prioriza o meu status bancário EU é que não quero vínculo com ela (vinculo mais profundo, onde eu possa mostrar minhas loucuras, porque vinculo com pessoas assim é necessário para minha teoria la no final do texto). É obvio que em certas situações eu ainda uso de um estereotipo rico/pobre para interagir com pessoas que merecem esse tipo de classificação. Tipo algumas vendedoras de lojas... rs Afinal, esperto é aquele que sabe agir de maneira mais apropriada para cada situação sem se prender a padrões e expectativas! De boba eu não sou nada.
Voltando ao tópico, por que a palavra interesse se tornou tão carregada? Qual o problema na troca de favores? Não é assim que o nosso modelo socioeconômico é baseado? E se ele é assim baseado, por que não utilizar dele para expandir nossas limitações? Calma, já vou explicar...O primeiro exemplo que eu usei como forma de interesse: O velhinho e a mocinha. O velhinho precisa de companhia, de status pra sociedade que ainda da conta de dar umazinha. A mocinha precisa de grana e de status, ponto. Se essa troca não for misturada com má índole(como um destratar o outro), não vejo onde há algo errado! Os dois estão felizes e satisfeitos. A pessoa que tem muito dinheiro só tem amigos interesseiros. Isso só acontece com idiota! Quem se deixa só ter amigos interesseiros, é tão supérfluo quanto os “amigos”. São pessoas que não valorizam a genuinidade de um ato de amor singelo, aglomeradas se chamando de amigos! Até porque para só se ter amigos interesseiros tem que ser muito mala pra ninguém gostar de você pelo que você é. Isso baseado na pura teoria de que você atrai o que você transmite. Se você não é verdadeiro nos seus sentimentos, não serão com você.
Amigos, namorados, família, trabalho, todas nossas relações são interesse. Em alguns setores é mais aceitável, em outros tem o estereotipo “interesse” como uma coisa horrível!
Baseando-se que nós estamos no mundo para sobreviver o melhor possível e tudo que isso implica, nós precisamos um do outro. Para proteção, procriação, alimentação, poder, apatia, e etc. Todas nossas relações são regidas por interesses totalmente primitivos, o que mudou é que estamos mais sofisticados em jogos de interesse chamado de sociedade. O interesse mais admirado do mundo é o tal do amor (outro nome vulgarizado). Dizem que o tal amor não é interesse. Mas o que é amor? O dia que alguém conseguir conceituar essa palavra e todas suas vertentes eu retiro todo esse meu texto e mudo de opinião.
O meu ponto é o seguinte: Interesse, pode ser utilizado para o bem ou o mal. O seu bem ou o seu mal, o mal do próximo ou o bem do próximo, pro futuro ou pro presente, genuíno ou meticulosamente manipulado. Mas, no final é tudo interesse! E como saber se seu interesse está sendo do bem ou do mal? Não tem como! O bem e o mal são relativos, o que é bem pra você pode não ser para mim e ao contrario também. Eu descobri minha teoria de viver com essa MINHA verdade. Me tornando quem eu sou de verdade, sem ignorar a importância da sociedade como principal meio de conquistar meus objetivos, minha consciência fica mais limpa e embasada e assim eu me perdôo. É fácil falar, mas difícil viver assim.
Não sei se vocês entenderam meu ponto aqui, tem muitos conceitos, qualquer dúvida, escrevam. Eu explico frase por frase hahahahah!
Beijos!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Bem X Mal n1
Pra começar um que escrevi esse ano.
Ainda me faz sentido.
bjs
Ao ter tido a afirmação da minha irmã, que no mundo atual, fazer as coisas darem errado é muito mais fácil do que fazer as coisas darem certo, eu, (que adoro questionar verdades pelos simples prazer de questionar e criar argumentos improvisados(talvez pelo fato de eu ter crescido em uma casa onde um não e um sim sempre foram justificados(em teoria era assim que era pra funcionar!! Rs ( bom, meus pais são bons pais justamente por fazerem eu entender a teoria, por mais que as vezes não fossem colocados em prática!!!!hahahhah) comecei a retrucar com uma linha de raciocínio muito simples... (assim é como eu geralmente tenho minhas melhores idéias!) As pessoas que criaram ou fizeram o mal, geralmente fizeram atos grandiosos, como grandes matanças, guerras, estímulos a ignorância e etc. Essas coisas más revolucionaram o mundo em pouco tempo e foram avassaladoras, criando muito impacto. Mas ao pensar nas pessoas que são conhecidas por fazer o bem... Quem obteve êxito em suas propostas de bem em tempo tão compacto quanto quanto os de mal? Ninguém. Foi aí que eu cheguei ao raciocino da minha tese: As pessoas que espalham o bem, o fazem com atos pequenos, singelos, porém duradouros! Quer exemplo? Jesus! (Eu estou me sentindo minha avó beata neste momento, mas resolvi pegar um bem conhecido e óbvio para enfatizar minha tese) Jesus, com todos os potencias milagres que lhe eram possíveis fazer, escolheu a pregação da palavra de amor como seu instrumento de revolução. Sim, ele apelou pros milagres, talvez porque lhe faltava credibilidade naquela época. (ou em qualquer outra época! (principalmente agora! ( eu realmente não sei se acredito em qualquer um por ai dizendo coisas boas sem ter um bom motivo sem interesse nenhum!))) Mas o importante é ressaltar que o maior presente de Jesus nos deu, foram suas palavras. Simples de entender, muito difíceis de executar, mas quando seguidas em seu significado mais puro, transformam tanto a vida de uma pessoa, que entende que pode transformar a vida de outra e assim consecutivamente. Meu ponto é que, tem que se fazer um grande movimento para propagar o mal. Mas falar de amor ao próximo chega a ser tão fácil, que as pessoas menosprezam o poder que esse ato tem. Dizer um “Tenha um bom dia!” pro porteiro do seu prédio com um sorriso no rosto de pura sinceridade, com certeza muda o dia dele. Eu tenho certeza que já mudaram o seu com palavras simples (porém puras) também.
Quando terminei de explicar minha tese a minha irmã, ela lembrou de outros casos semelhantes, como Dalai Lama, e outras religiões que eu não conheço muito, mas que todos os grandes revolucionários fizeram coisas simples para provar o poder do bem.
Pra vocês entenderem bem do que eu estou falando: As palavras de Jesus fazem tanto sentido (desconsidera manipulação de instituições como igrejas e etc, to falando da coisa do amor puro mesmo, Sua principal mensagem, amor ao próximo) que após 2 mil anos ainda se falam nelas. Ninguém lembra tanto de quem sacaneou Jesus quanto se lembra de seu exemplo de bondade! Aliás, O Cara conseguiu fazer dos outros sacaneando ele uma coisa pra se tirar exemplo de bondade! (Tem noção do poder do Moço?) e tudo isso seguindo a linha da simplicidade! E temos esse mesmo exemplo em outras religiões, em outros líderes do bem.
O meu ponto é: Não se esqueçam que a beleza da vida está nos detalhes, nas coisas pequenas que fazemos. Assim fica mais confortável de pensar que estamos mais próximos do bem e todos seus representantes na Terra.
Esse meu ensaio aqui foi apenas o começo de tentar exercer um pouco mais o meu aprendizado de quinta feira 29 de maio de 2008 as 4 hs da matina!
Calma mãe, já to indo dormir... rs
Amo vocês!
Tenham um bom dia!
Rs
Ainda me faz sentido.
bjs
Ao ter tido a afirmação da minha irmã, que no mundo atual, fazer as coisas darem errado é muito mais fácil do que fazer as coisas darem certo, eu, (que adoro questionar verdades pelos simples prazer de questionar e criar argumentos improvisados(talvez pelo fato de eu ter crescido em uma casa onde um não e um sim sempre foram justificados(em teoria era assim que era pra funcionar!! Rs ( bom, meus pais são bons pais justamente por fazerem eu entender a teoria, por mais que as vezes não fossem colocados em prática!!!!hahahhah) comecei a retrucar com uma linha de raciocínio muito simples... (assim é como eu geralmente tenho minhas melhores idéias!) As pessoas que criaram ou fizeram o mal, geralmente fizeram atos grandiosos, como grandes matanças, guerras, estímulos a ignorância e etc. Essas coisas más revolucionaram o mundo em pouco tempo e foram avassaladoras, criando muito impacto. Mas ao pensar nas pessoas que são conhecidas por fazer o bem... Quem obteve êxito em suas propostas de bem em tempo tão compacto quanto quanto os de mal? Ninguém. Foi aí que eu cheguei ao raciocino da minha tese: As pessoas que espalham o bem, o fazem com atos pequenos, singelos, porém duradouros! Quer exemplo? Jesus! (Eu estou me sentindo minha avó beata neste momento, mas resolvi pegar um bem conhecido e óbvio para enfatizar minha tese) Jesus, com todos os potencias milagres que lhe eram possíveis fazer, escolheu a pregação da palavra de amor como seu instrumento de revolução. Sim, ele apelou pros milagres, talvez porque lhe faltava credibilidade naquela época. (ou em qualquer outra época! (principalmente agora! ( eu realmente não sei se acredito em qualquer um por ai dizendo coisas boas sem ter um bom motivo sem interesse nenhum!))) Mas o importante é ressaltar que o maior presente de Jesus nos deu, foram suas palavras. Simples de entender, muito difíceis de executar, mas quando seguidas em seu significado mais puro, transformam tanto a vida de uma pessoa, que entende que pode transformar a vida de outra e assim consecutivamente. Meu ponto é que, tem que se fazer um grande movimento para propagar o mal. Mas falar de amor ao próximo chega a ser tão fácil, que as pessoas menosprezam o poder que esse ato tem. Dizer um “Tenha um bom dia!” pro porteiro do seu prédio com um sorriso no rosto de pura sinceridade, com certeza muda o dia dele. Eu tenho certeza que já mudaram o seu com palavras simples (porém puras) também.
Quando terminei de explicar minha tese a minha irmã, ela lembrou de outros casos semelhantes, como Dalai Lama, e outras religiões que eu não conheço muito, mas que todos os grandes revolucionários fizeram coisas simples para provar o poder do bem.
Pra vocês entenderem bem do que eu estou falando: As palavras de Jesus fazem tanto sentido (desconsidera manipulação de instituições como igrejas e etc, to falando da coisa do amor puro mesmo, Sua principal mensagem, amor ao próximo) que após 2 mil anos ainda se falam nelas. Ninguém lembra tanto de quem sacaneou Jesus quanto se lembra de seu exemplo de bondade! Aliás, O Cara conseguiu fazer dos outros sacaneando ele uma coisa pra se tirar exemplo de bondade! (Tem noção do poder do Moço?) e tudo isso seguindo a linha da simplicidade! E temos esse mesmo exemplo em outras religiões, em outros líderes do bem.
O meu ponto é: Não se esqueçam que a beleza da vida está nos detalhes, nas coisas pequenas que fazemos. Assim fica mais confortável de pensar que estamos mais próximos do bem e todos seus representantes na Terra.
Esse meu ensaio aqui foi apenas o começo de tentar exercer um pouco mais o meu aprendizado de quinta feira 29 de maio de 2008 as 4 hs da matina!
Calma mãe, já to indo dormir... rs
Amo vocês!
Tenham um bom dia!
Rs
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